sexta-feira, 13 de novembro de 2015

PROJETOS: Prefeitura inicia projeto ‘Pós Morar’ no Itamaraty em Poços de Caldas

Prefeitura inicia projeto ‘Pós Morar’ no Itamaraty em Poços de Caldas

Residenciais Araucárias e Novo Horizonte foram entregues em 2012

O prefeito Eloisio do Carmo Lourenço e a secretária de Promoção Social, Lucia Elena Santos Rodrigues assinaram , na tarde de quinta,12, contrato com empresa especializada para execução do projeto ‘Pós Morar”, nos residenciais Parque Araucárias e Novo Horizonte, localizados no bairro Jardim Itamaraty 5, região leste da cidade. O objetivo do trabalho a ser desenvolvido é a execução de um conjunto de ações que possibilite que a comunidade desenvolva e fortaleça o sentimento de pertencimento ao condomínio, sentindo-se responsável pela qualidade de vida individual e coletiva, além da conservação do patrimônio.

O ‘Pós Morar’ está previsto no projeto Minha Casa, Minha Vida, do governo federal , através do qual foram construídos os condomínios em 2012. Desde 2013, de acordo com a secretária de Promoção Social, foram feitas negociações com a Caixa para que o ‘Pós Morar’ fosse implantado com uma permanência maior e equipe melhor estruturada. “Tivemos dificuldades em implementar esta nova forma de trabalho, mas todos os problemas foram superados agora”, informa a secretária.

O projeto será desenvolvido pela empresa Costa Martins Consultoria Técnico Social, com investimento de R$151 mil por um trabalho de nove meses junto aos condôminos dos residenciais. A empresa, dirigida por um assistente social, irá disponibilizar dois técnicos e um auxiliar administrativo para cada residencial. “Durante o período do contrato, a equipe irá trabalhar com os moradores na busca de soluções para os problemas coletivos que enfrentam”, informa Lucia Elena.

Ainda de acordo com a secretária, os problemas são originados, na maioria das vezes por conflitos na convivência, na dificuldade da compreensão das regras de convivência entre as pessoas em um condomínio. Isso implica , entre outras coisas, arcar com os custos de água e limpeza, embutidos na taxa de condomínio. E também a importância de se manter em dia com a Caixa. “ O condômino precisa entender que essa proposta de justiça social do Minha Casa, Minha Vida, tem nele um parceiro, não é uma relação paternalista. Quem tem menos, precisa receber um pouco mais pra que possa viver com dignidade, mas não o isenta de cumprir com algumas obrigações”, observa a secretária.

O CRAS da região leste continua o trabalho com as famílias, nas relações intra-familiares. O trabalho com a empresa será referente às relações sociais entre condôminos. Cada condomínio possui 250 famílias, que serão convidadas a frequentarem encontros para discussão e desenvolvimento dos trabalhos. “Esperamos que todas participem”, conclui Lucia Elena. 

Fonte: PMPC
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